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Adoção homoafetiva: Análise Crítica

segunda-feira, maio 23, 2011Roberth Moura

      
      Em meio a toda essa polêmica de “casamento” gay, o senado discutindo leis e mais leis a esse respeito surge, concomitantemente outra polêmica: a adoção por casal gay. Um certo deputado diz que filho adotado por homossexual também se tornará homossexual. É claro que ele não tem base científica para comprovar esse tipo de afirmação. Com relação a influência do ambiente na escolha da opção sexual da pessoa, escrevi alguns posts:



       Como se percebe nos artigos acima, não é apenas o ambiente quem vai definir se a criança será homossexual ou não, tampouco a genética apenas: a escolha da opção sexual é resultado da interação dos dois, e estudos, como o realizado no 2º artigo, comprovam essa influência.


      Bom, quanto à adoção, muitas pessoas são contra e tem seus motivos e muitas são a favor e defendem com unha e dente a causa. As pessoas que são a favor defendem a ideia de que no lar homossexual a criança vai encontrar amor, vai encontrar toda uma estrutura que ela não recebia no orfanato, vai ter perspectivas melhores, vai desenvolver fisicamente e intelectualmente melhor do que no ambiente que ela se encontra agora, já que a maioria dos casais gay tem um nível de vida favorável. As pessoas que são contra dizem que essas crianças serão massacradas pelo bullying na escola, que elas se sentirão excluídas e diferentes, olhadas diferente pela sociedade, que a ausência de figura tanto paterna quanto materna podem desnortear a criança, deixando-a carente de um dos lados, podendo até desenvolver distúrbios comportamentais ou de aprendizagem, etc.



       Nesse contexto fica difícil escolher apoiar ou não a adoção de criança por casais homoafetivos. Uma boa pergunta seria “como você sentiria se seu pai fosse homossexual e tivesse um companheiro?”. Imagine você, na idade em que está. Agora imagine uma criança, o que não passaria na cabeça dela. Por outro lado, te pergunto “Você preferiria passar a vida toda num orfanato, esquecido do mundo, até completar seus 18 anos e ser mandado embora, ou viver num lar, mesmo que de homoafetivos, com pessoas que te amam e se importam com você, que querem ver seu bem e te dão ambiente rico e aconchegante?”. Fica difícil colocar na balança.



       Particularmente, opto pela não adoção. A sociedade não está preparada ainda para viver com os casais homossexuais andando abraçados e se beijando por aí. Imagine uma criança! Sou a favor da igualdade, sim e a Constituição a garante. Mas o que vemos nas ruas é a igualdade? O desrespeito, o preconceito e a discriminação ainda se fazem muito forte e uma criança não deve pagar pela opção sexual dos pais. Posteriormente, quando a sociedade aprender a conviver e respeitar o casal homossexual aí pode-se pensar em adoção. Toda raiva, desrespeito, arrogância e a corja de sentimentos ruins que a sociedade recriminadora despeja para o homossexual e em dobro para o casal homossexual vão se projetar de maneira direta ou indiretamente negativa para a criança e ela com certeza não deve sofrer este tipo de influência. Seria preciso muita conversa e força de vontade para encarar os obstáculos que iriam aparecer.
       Só que fico a pensar: a fila de adoção é enorme e muitas dessas crianças não vão encontrar alguém para adotá-las. Discriminação ela pode sofrer em todas as esferas sociais: por ser pobre, por ser negra, por se vestir mal, por ser feia, etc. Na família homossexual ela vai encontrar sim amor, carinho e afeto, mas será que isso apenas basta? E os olhares sobre essa criança, às vezes irados, às vezes penosos, mas olhares diferenciados? Será que uma intervenção psicológica tanto para os pais quanto para a criança, preparando-a para enfrentar a sociedade, bastaria para resolver o problema?
       Questão difícil de resolver. É preciso que esse assunto seja trabalhado e mostrado para essa nova geração como um ato de amor e bondade, para que no futuro exista o respeito e a conscientização que falta na sociedade atual. Cabe a nós educar a nós mesmos e à futura geração para que aprenda a conviver com as diferença e amar o próximo independente de cor, raça, credo, situação social ou opção sexual.



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57 comentários

  1. É um ponto de vista diferente mas é válido. Eu sou totalmente contra o casamento e a adoção gay. Já que eles conseguiram o casamento, agora temos de lutar pra não deixar que eles pervertam nossas crianças também. Aqui na minha igreja nós fazemos uma corrente por e-mail pra coibir a adoção feita por casais agora chamados "homoafetivos". Jesus disse que nos fins dos tempos essas coisas iriam acontecer. É realmente o fim do mMundo...

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    1. ja q vc tem esse pensamento preconceituoso q duas pessoas do msm sexo ñ pode amar e cuidar de uma criança e tbm faz parte de uma corrente de pessoas preconceituosas sugiro q vc e essas pessoas cuide muito bem de todas as crianças abandonadas. Pois se ponha no lugar das crianças e ñ fique só pensando em vc pois é um absurdo deixar q o preconceito fale mais alto do que a realidade de crianças sem casa,sem familia sem pessoas q a ame.

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    2. Como todas as pessoas racionais sabem, o que define a qualidade de uma família é o amor que une as pessoas que dela fazem parte. Tem tanta família tradicional infeliz nesse mundo! Conteúdo é diferente de forma. E os defensores da forma são hipócritas.

      Se você não é capaz de amar seu próximo como a si mesmo, não se chame cristão. Isso é básico. Enquanto usar a palavra de Deus para defender seus preconceitos e promover a segregação continuará sendo como um sepulcro caiado (bonito por fora, mas podre por dentro).

      As únicas pessoas que farão os filhos de casais homoafetivos infelizes são esses hipócritas que espalham medo e ódio para não perderem o posto de Doutores da Lei.

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  2. Quanto ao casamento gay eu penso que não cabe a nós julgar, como você faz, comparando à perversão. Existem coisas muito "piores" do que ter pais gays para uma criança, como ter um pai que bebe e a espanca, espanca sua mãe na frente dela, xinga, estupra, molesta, etc. O ponto de vista defendido no texto não é que não seja uma boa opção para as crianças serem adotadas por homoafetivos, mas fundamenta-se na carga de preconceito e discriminação que ela vai receber devido a condição diferente de seus pais, na atual sociedade. A possível solução apontada é esperar a sociedade se acostumar com este novo tipo de família, para que a criança possa desenvolver livremente todas suas habilidades.

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    1. Não acho que a solução seja esperar. Se os negros fossem esperar pelos brancos ou as mulheres fossem esperar pelos homens para conquistarem seus direitos as coisas não teriam mudado. O costume vem depois da transformação.

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  3. Muitas crianças estão morrendo de fome, frio, e solitárias. Onde há amor de sobra pode haver uma criança. Isso é falta de amor ao p´roximo.

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  4. Acho que é válido a adoção, se levar em conta condições financeiras, etc, porém como você mesmo disse, muita gente não aceita isso e a criança pode sofrer preconceito na escola e até mesmo em outros lugares, olhares diferentes e etc. Gays ainda sofrem muito preconceito e acredito que não será diferente com a criança, pode ser que daqui a alguns anos essa realidade mude, atualmente sou contra.

    Parabéns pelo blog, seguindo aqui também!

    http://sad-buttrue.blogspot.com

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    1. Não gosto dessa inversão presente no texto e em seu comentário. Não são os gays que estão impondo um novo tipo de família à sociedade, é a sociedade que impõe o preconceito e a infelicidade aos gays negando a eles o direito de ter uma família.

      É como dizer que os escravos não podem ser libertados porque a sociedade não está pronta para ver negros andando livremente por aí.

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  5. como que o mundo vai mudar se ninguém pensa em mudanças. fica todo mundo com bla bla bla de conversinha afiada "o mundo AINDA É CRUEL" mas só vai deixar de ser cruel quando deixarmos de ser idiotas. Se uma criança vê um casal gay se beijando vai querer saber porque, mas os pais tem que saber conversar assim como conversam sobre sexo, drogas, futuro, etc. Porque que é tão fácil falar que "um dia vou pagar um puteiro pro meu filho" e é tao difícil falar "meu filho, tem mulheres que gostam de homens e mulheres que gostam de mulheres, mas você só vai saber quando for grande". Se não há dialogo ha experiência. Consideramos normal tudo que vemos e que já está habituado ao nosso cotidiano. O mundo ainda é cruel, mas por causa de pensamentos assim. Desculpa se fui arrogante, mas é porque o problema é tão fácil de ser resolvido que me dá revolta. Fiquem com Deus e ajam como Cristo.

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    1. A verdade é que as crianças aceitam com muito mais naturalidade uma relação homoafetiva do que um adulto repleto de preconceitos.

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  6. A favor do Casamento Homossexual. Cada um deve tem direito de fazer o que bem entender da sua vida desde que não prejudique a ninguém. As pessoas contra o casamento gay querem interferir no direito alheio, particularmente, isso é errado, pois ninguém gosta quando é privado de algo. Cada um tem seu direito de ser feliz, pois se existe amor vale tudo.

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  7. Contra seu bando de doente dos inferno!!!

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  8. Como posso ser contra algo que não interfere em minha vida? O mais importante para o ser humano é ser feliz e realizado. Para que viver se vai ser infeliz, se não pode ficar com quem ama? Quem somos nós para decidir ou julgar o que é melhor para a vida pessoal de cada um? Tenho amigos homossexuais e adoro todos e muitos são pessoas melhores que a maioria dos hetero que conheço. O que define um ser humano é o caráter e não o sexo.

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  9. Esse dia nunca chegará, pois não existe orgão reprodutor ¨ gay ¨ quanto ao amor, os pedofilos também amam...

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    1. Não é uma questão de reprodução e sim de afeto. Um casal estéril pode se casar e adotar uma criança. Pedofilia é uma parafilia, ou seja, uma tara, como gostar de apanhar ou fazer sexo em público, não é uma forma de orientação sexual (há pedófilos gays e héteros) não tem a ver com amor.

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  10. As pessoas têm a falsa noção de que família é pai, mãe e irmãos. As famílias são diferentes, há crianças que são criadas pelos pelos avós, outras por tios, outros pelos irmãos,... Enquanto essa mentalidade atrasada não evoluir, algumas crianças vão sim sofrer, no entanto, vejo como algo necessário esse sofrimento para que em breve, essa situação seja algo realmente natural e as pessoas vejam essas familias da mesma forma que as demais familias. Em algum momento alguma atitude deve ser tomada. Talvez agora seja o melhor momento para isso ja que esse assunto está tão 'na moda' assim como o início do respeito às diferenças.
    .
    Amiguinha evangélica la acima: Por favor, não seja hipócrita. Há famílias 'convencionais' que matam seus filhos, vendem suas crianças, pai que estupra, mãe que queima, vô que bate, vó que tortura,... O bom senso diz que é melhor ter 2 pais ou 2 maes e aguentar algumas piadas horriveis nas escola e ter a chance de se recuperar e levar uma vida feliz e normal a ter uma familia 'convencional' que machuca e/ou mata. Por esse ponto de vista, teu comentário é infeliz ao dizer que gays 'pervertem' crianças. Duvido que você faça algo util por crianças que sofrem abusos. Teu comentário é tão infeliz que aparentemente, você vê homossexuais como animais que nao merecem respeito. Lamento profundamente por você.

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  11. É, Shagblohher, você diz que "Talvez agora seja o melhor momento para isso ja que esse assunto está tão 'na moda' assim como o início do respeito às diferenças. ". Você então prefere "sacrificar" algumas crianças, expondo-as a uma situação que pode eventualmente lhes causar constrangimento para que as pessoas abram suas mentes e se acostumem com essa situação? Eu penso que este não é o melhor caminho.

    É certo que casais homo podem ser muito melhores pais do que casais héteros, pois eu mesmo conheço casais héteros beberrões e briguentos que constrangem e inibem o desenvolvimento saudável do filho muito mais do que se fossem homo decentes. Entretanto não há como fugir da estigmatização imposta pela sociedade.

    Concordo com você no que diz respeito que é melhor numa família de amor do que sofrendo, sendo espancado e morto. Todavia não devemos generalizar nem para um lado nem pro outro. Do mesmo jeito que existem famílias "normais" que espancam seu filho, também pode existir homossexual que espanca seu filho. Isso não diz respeito à sexualidade, mas sim à integridade e à moral.

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    1. Acho que ninguém melhor do que pais homossexuais para ensinar a criança a enfrentar o preconceito, e para protegê-las dos preconceituosos, porque esses sim são o problema.

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  12. EU SOU TOTALMENTE CONTRA, ALÉM DE SER UMA COISA TOTALMENTE DOENTIA, A CRIANÇA JÁ CRESCE EM UM AMBIENTE DE (PURA FALTA DE VERGONHA E É 90 % PROVÁVEL QUE SE TORNARÁ HOMOSSEXUAL QUANDO ADULTO) DEVIDO A CONVIVÊNCIA E SEM CONTAR COM O FATO DE EXCLUSÃO SOCIAL E PROBLEMAS QUE PODERÃO SE TORNAREM EM CASOS COMO O DE REALENGO CONSEQUENTEMENTE. MAS ESSE É O PREÇO QUE PAGAM...

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  13. Fodam-se todos os religiosos !!!!

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  14. Com base em que estatistica foi tirada a seguinte assertiva: "a maioria dos casais gay tem um nível de vida favorável"?

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    1. Também quero saber,que dado é esse?

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  15. Aprovo a adoção sim, melhor você ter pais gays, do que héteros batendo em você ou em alguém da sua família.E Ter pais gays não influencia a criança a ser gay.
    E Preconceito não existe só em relação a opção sexual, existe também a gordos,magros,altos,baixos,brancos,negros e gays ou não.
    Bando de doentes religiosos u_u

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    1. Exato, o problema não é a opção sexual, a magreza, a altura, etc. E sim o preconceito. Este todo mundo deve combater e não só quem é vítima.

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  16. O mesmo te pergunto: com base em que estatística 90%das crianças adotadas dos homossexuais se tornaram homossexuais? Se fosse assim, as crianças criadas por héteros deveriam obrigatoriamente ser hétero e não é isso que vemos.

    omo já deixei claro no texto não sou contra a adoção, mas no tempo em que estamos vivendo eu não permitiria que a criança fosse vítima direta da pressão social. Não devemos olhar agora quem tem direito ou não, devemos olhar o desenvolvimento saudável da criança que é a mais prejudicada ou beneficiada nesse processo.

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    1. É, quem sabe esperar mais 500 anos se passarem.

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  17. Vejo que as pessoas levam muito em conta a opinião própria na discussão do assunto, quando o certo seria pensarmos primeiro no bem estar das crianças sem famílias desse país.
    Perguntem pra crianças que vivem em orfanatos lotados, mal tendo o que comer e sem nenhum amor se elas preferem ficar lá até completar 18 anos ou se preferem ser adotadas por um casal de dois homens ou de duas mulheres.
    Sou completamente a favor da adoção de crianças por casais gays. Se os jovens desse país mostram preconceito contra crianças criadas por duas pessoas do mesmo sexo, é por culpa dos pais desses jovens que não souberam educar seus filhos corretamente. No mais, uma família realmente unida sempre consegue superar esse tipo de obstáculo causado pela ignorância.
    Se uma criança tem na adoção (por casais hétero ou homo) uma chance de ter uma vida com amor, educação e uma chance de ser um cidadão correto, não vejo como as pessoas podem ser contra isso.

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  18. Não, meu caro Odacyr, não é o melhor caminho, mas vejo sim como necessário, um primeiro passo, entende? Há alguns anos, assumir-se gay era o mesmo que dizer-se incapaz de viver em sociedade. Ainda hoje não é muito diferente, mas é um fato que, com a mídia abordando o assunto da maneira que faz [ maneira porca, ao meu ver por não mostrar todos os aspoectos] essa situação melhorou bastante. Com crianças as coisas devem acontecer da mesma forma, alem do mais, os pais e a escola têm um papel importante nessa mudança, é um trabalho em conjunto. Não é possivel educar as crianças sem que a família esteja pronta para aceitar uma familia diferente da mesma forma que não é possivel criar uma criança com 'mente aberta' numa escola que segue padrões retrógrados. Ambos precisam trabalhar em conjunto.Eu cuido da minha irmã de 5 anos sozinho. Quando ela foi para a escola, evidente que sofreu alguma discriminação,mas isso mudou depois que sugeri uma abordagem a mais ampla sobre os tipos de familias. Agora ela é a garota legal e está feliz na escola. Pequenas atitudes as vezes resolvem também. A sociedade não vai mudar enquanto não houver esse início. As religiões também têm um papel importante nisso tudo.. a amiguinha la encima que critiquei ontem é um exemplo disso.. Também é fato que a sociedade brasileira [a qual estamos falando] ainda é baseada em uma religião de mentalidade atrasada, ensinam as crianças que todos aqueles que não estão dentro da mesma crença são seres imundos, sem direitos, não servem para fazer o bem e isso ao mesmo tempo em que vemos os escândalos nessas mesmas instituições.. Esse é outro ponto que precisa mudar com urgência...
    Quanto a índole das pessoas, concordo com você: não é algo sexual, mas de caráter, criação, personalidade,... Não podemos julgar pela opção sexual, não creio que isso interfira em algo nesse sentido. Acima de ser ou não gay, são pessoas normais, erram, acertam, comem, bebem, dormem, acordam com hálito ruim, precisam de banho,... Não são diferentes de ninguém.

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    1. O cristianismo é uma filosofia maravilhosa, baseada no amor e no perdão. O problema é que as pessoas que frequentam igrejas - isso também inclui os líderes religiosos - se preocupam mais com hábitos alimentares, forma de se vestir ou circulo de convivência, do que ouvir a palavra de Jesus e deixar o coração ser transformado por ela. Limpam primeiro o exterior e esquecem o interior.

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  19. O problema q os mesmos traumas q causaram a confusao de genero e o desejo transviado no homosexual, podem ter trazido outros tipos de desvios comportamentais, taras, inclusive pedofilia.
    Dar uma criança a um "PAR" anormal nao eh interessante, nem para o bebe nem para o futuro da sociedade!

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  20. parabéns pelo post,acho q quanto mais pessoas queiram se informar e discutir o assunto é válido, particularmente, sou a favor da Adoção por casais homoafetivos, acredito q uma criança precisa de Amor, carinho e instrução para crescer, se a preocupação é a falta do papel paterno ou materno, então precisamos rever nossos conceitos sobre os avós q criam os netos, pais e mães solteiros, que criam e educam só os filhos, preconceito e discriminação infelizmente todos nós sofremos um dia ou iremos sofrer, como foi citado seja por cor, raça,credo, situação financeira, ou opção sexual,e além do mais nenhuma criança nasce preconceituosa,é o meio quem ensina tanto as boas quanto as má condutas *;

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  21. Meus pais são heteros e nao me influenciaram em ser hetero. Sou gay, recebi uma educação exemplar, faço engenharia em uma faculdade publica federal e tenho certeza que terei condições de criar um filho fora do Brasil obviamente, em paises onde andar de mãos dadas na rua com outro homem seja tão normal quanto um casal hetero. Respeito a opinião de quem é contra, apesar de não concordar e falo: se as pessoas parassem de se preocupar com a vida dos outros, nao teriamos preconceitos, sexismo, machismo, racismo.

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    1. Para acabar com o preconceito, o Brasil vai ter que investir muito em educação e acesso a informação. Infelizmente isso vai demorar.

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  22. Shagblogger, concordo com você no que concerne a ser o primeiro passo. Minha mãe sempre diz que pra se fazer omeletes tem que se quebrar alguns ovos. Toda mudança incomoda, principalmente se for em proporções gigantescas, como o Brasil e sua cultura impregnada século após século. E para haver mudança tem que haver um começo. Só espero que esse começo seja o menos doloroso possível para as pessoas mais vulneráveis dessa discussão, que são as crianças.


    É "anônimo", pode até não ser 'legal' dar a criança um pai "anormal". Acontece que casais homoafetivos já não estão tão "anormais" quanto antes, e daqui a algum tempo serão vistos como outros quaisquer, é só o povo se acostumar.


    Obrigado Aline! É verdade: ninguém nasce preconceituoso. Esse é um comportamento aprendido, assim como tantos outros que degeneram a humanidade.

    E último "anônimo", certamente a sua criança sofrerá drasticamente em menor grau (ou nem sentirá) se for criada no exterior. Toda e qualquer segregação que causa preconceitos e discriminação é ruim e deve ser banida.

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  23. Você escreveu:
    "
    “Você preferiria passar a vida toda num orfanato, esquecido do mundo, até completar seus 18 anos e ser mandado embora, ou viver num lar, mesmo que de homoafetivos, com pessoas que te amam e se importam com você, que querem ver seu bem e te dão ambiente rico e aconchegante?”. Fica difícil colocar na balança.
    (...)
    "

    Você REALMENTE acha difícil? Obviamente a vida melhor vai ser com pais, sendo eles do mesmo sexo ou não. Me responde, pessoa, se uma pessoa que vive com pais divorciados desenvolve distúrbios? Eu vivi sem meu pai e hoje sou um homem formado e que nunca sofreu por isso. Se fossem duas mães ou dois pais, daria na mesma e eu os amaria da mesma forma.

    Sobre os comentários acima:

    Religião é o grande mal do mundo e substitui o caráter das pessoas por pensamentos antigos e inventados por instituições com interesses políticos e financeiros.

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  24. Lucas, eu acho difícil não por que não possa ser bom, mas por causa de tudo aquilo que o próprio texto diz. Todo bônus tem seu ônus. Você observa apenas o que tirar a criança do orfanato irá proporcionar, entretanto os mesmos ônus já citados no texto e nos comentários tornam esse fato difícil de colocar na balança.

    Quanto à religião, eu penso que se ela for usada de maneira alienada, sem pensar, e seguir cegamente, sendo manipulado por líderes aí faz mal, mas se for seguida conscientemente, de coração e mente aberta eu te garanto que só faz bem. Muitas pessoas são "mente fechada" e gostam de atirar pedras nos outros, independente de religião. Isso vai da educação é caráter de cada um: a religião pode ser apenas uma justificativa para tais atos. Todavia ter uma opinião diferente, mesmo que vá contra os seus princípios, não te dá o direito de ofender ou humilhar ninguém. O importante é saber rebater com respeito.


    Abraços...

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  25. Opção sexual não, condição sexual.

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  26. Jayjay, pode até ser que a maioria seja condição sexual, mas alguns que eu conheço configuram-se na opção sexual (a minoria, é verdade, mas mesmo assim, escolheram).

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  27. Não estou nem aí. Meus pais heteros se separaram quando eu tinha 2 anos de idade. Nasci e cresci gay, vou prestar vestibular esse ano. Namoro, pretendo me casar e vou sim adotar uma criança. Adotaria mesmo se fosse hetero, porque eu tenho muito amor e conhecimento à dar a um filho. E se não for nesse país, que seja em outro!

    Se as escolas fossem melhores e as igrejas menores, com certeza o preconceito seria menor. Preconceito é opinião sem conhecimento. Ao invés de lerem Bíblias, ou ficarem no Ocioso por exemplo, esses homofobicos deviam ler um pouco sobre genes, sexualidade e ciência!

    Na minha vida mando eu, e a constituição. O resto é o resto.

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  28. simples: adoção apenas para "crianças" grande suficiente para entenderem o que está acontecendo. Adoção, por exemplo, de jovens de 14-15 anos. Creio que não há problemas para estes em entender o que é natural e o que é não-natural. Já passaram a muito da fase de macaquear os relativos.

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  29. Outra opção a se pensar. Mas será que os adolescentes iriam querer ser adotados?

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  30. Muito se fala sobre preconceito e discriminação e de como a sociedade não está preparada para conviver com a adoção por casais homossexuais, mas e qd estarão? tem uma linha, uma data pra isso? pq hoje o q vejo são pessoas que respeitam a opção sexual alheia e outras não, sou a favor do casamento e da adoção por casais homossexuais,pq preconceito e discriminação todos passarão por algum momento na vida por mais triste q possa parecer, mas amor, educação, afeto, nem todas as crianças poderão ter, entao por que tirar a chance de dá a elas uma família?

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  31. Aline, é óbvio que é impossível dizer necessariamente quando. Mas pelo andar da aceitação (ou pelo menos aparente aceitação) eu diria que uns 15 anos, mais ou menos, quando essa geração com pensamentos anos 70 já dar lugar a uma mais nova. Possivelmente haverá mais respeito (e isso não quer dizer que a pessoa deva concordar, apenas respeitar).

    E a pergunta fica no ar "por que dá-las uma família que possa, não por culpa da família, mas por culpa da sociedade, chegar a sofrer mais do que quando no orfanato?"

    Obrigado pela sua participação. Beijos!

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  32. Sou contra a adoção por influencia homosexual a criança, que tem direito de seguir com forme a natureza em si, e tambem contra ao casamento gay.... Por muitos anos a igreja tentou mudar a homosexualidades e foi repriendida, mas agora a homosexulidade quer mudar a tradição da igreja de centenas de anos, Cada um é cada um, Nao tenho preconceito, só sou a favor da preservação do valores.

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  33. Respeito todas as opiniões, mas lhs pergunto: uma criança nascida de pais heterossexuais, onde ou o pai ou a mãe depois de anos de casamento se separam porque um dos dois decidiu viver maritalmente com uma pessoa do mesmo sexo, deveria a crianã ser destituída dessa família? Acredito que não! Mas são pontos e pontos de vista. Bullyng? hoje crianças negras, gordas, orientais, com deficiência física ou mental, que são filhas de casais heterossexuais sofrem preconceito. Um homem que nasceu com õrgãos sexuais masculinos e desde pequeno se vê e pensa com uma mulher, passam anos e faz a operação para se transformar em mulher, não é mulher só porque não pode gerar uma criança? E o que me dizem de mulheres que nasceram mulher mas não podem gerar uma criança? Elas são o que?
    Pensem! Reflitam!

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  34. Bem, eu acho o seguinte:
    Eu não sou a favor nem contra, muitas coisas devem ser discutidas ainda, eu acho q o que me leva a ser mais contra do que a favor,é o caso da criança mesmo. Eu não posso simplesmente dizer que sou a favor ,se o meu pai trocasse minha mae por um outro homem.

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  35. É SOBRE UMA CRIANÇA QUE ESTAMOS FALANDO.
    No caso do casamento gay, são duas pessoas que se amam,e querem se unir .. até chegar nessa nível,essas pessoas já são muuuuito bem resolvidas consigo mesmo e sabe que é isso que querem para o resto da vida.
    A criança pode sim, viver feliz,não ligar para u bullyng que certamente sofrerá,pode ser coberta de amor e carinho , Mas também pode ser que não.Infelizmente existe essa possibilidade e não podemos evitar .
    Eu acho essa história completamente desnecessária.
    É uma criança gente , pode parecer clichê,mas uma vida pode ser,sim,destuída por uma atitude que tomaram porque estavam felizes e não pensaram na consequencia, nem sequer deram o direito de escolher a essa criança.
    Por isso não concordo.
    Li um comentário lá no inicio que me deixou indignada,disseram mais ou menos assim :" A criança pode sofrer algumas piadinhas de mal gosto no colégio .."
    Não,ela não tem que passar por isso, isso é ridículo. Chegar a criança,passar por constrangimento,por causa de uma " vontade " ?
    Pelo amor de Deus né gente .

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  36. Se a adoção não deve ser permitida agora, pq isso não é normal, isso nunca se tornará normal, pois nunca vai ocorrer de todos ós sentarmos e acordarmos ok a partir de amanha as 10 da manha, será normal pais homoafetivos adotarem. Gente isso é um tremendo cotra senso, a história mostra que as mudanças são dificeis a principio, ou após a princesa Isabel assinar a carta aurea, os negros já foram aceitos nos diversos meios sociais: é claro que não, mudanças são dificeis mas ocorrem pois a sociedade muda, é por isso que se eu nascesse a 150 anos atrás eu seria propriedade de alguém (seu negra), é por isso que hoje eu posso casar com a mulher da minha vida (só falta eu achar ela hehehe , alguma cadidata ai segue meu e-mail ld.oliveira21@yahoo.com) e por isso que esta discução não vai fazer o mínimo sentido para os meus bisnetos daqui a 150 anos.

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  37. Se a adoção não deve ser permitida agora, pq isso não é normal, isso nunca se tornará normal, pois nunca vai ocorrer de todos ós sentarmos e acordarmos ok a partir de amanha as 10 da manha, será normal pais homoafetivos adotarem. Gente isso é um tremendo cotra senso, a história mostra que as mudanças são dificeis a principio, ou após a princesa Isabel assinar a carta aurea, os negros já foram aceitos nos diversos meios sociais: é claro que não, mudanças são dificeis mas ocorrem pois a sociedade muda, é por isso que se eu nascesse a 150 anos atrás eu seria propriedade de alguém (seu negra), é por isso que hoje eu posso casar com a mulher da minha vida (só falta eu achar ela hehehe , alguma cadidata ai segue meu e-mail ld.oliveira21@yahoo.com) e por isso que esta discução não vai fazer o mínimo sentido para os meus bisnetos daqui a 150 anos.

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  38. Gostei meuito do teu blog... muito interessante. Seus comentarios nos faz enchegar os dois lado da moeda..

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    1. Obrigado. Fique à vontade para visitar outras postagens e deixar a sua opinião!

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  39. Esta questão realmente é muito difícil pois envolve um aspecto moral-social. Nossa moral cristã informa o Direito Constitucional Art. 226 como "base da sociedade" e em seu &5 ao falar em sociedade conjugal polariza esta sociedade entre Homens e Mulheres. O STF ampliou o sentido do texto constitucional ADPF 132 e da ADI 4277, no tocante as relações homo afetivas, confirmando a laicocidade do Estado de Direito no Brasil, compatível com a igualdade que é um estado de fato, incólume a preconceitos. A verdade é que o STF disse coisa que a constituição não quis dizer. Não crível se sustentar a proteção da dignidade do adolescente e especialmente da criança numa Família homo afetiva. Não pela família homo afetiva que psicológica, comportamental, ética e legalmente tem o direito de existir em igualdade de condições, e ter protegida sua personalidade, intimidade e dignidade. Mas o meio social no Brasil, de moral cristã, os ciclos próximos e remotos de convivência, sem dúvida imputarão uma pressão coercitiva (moral e psicológica)a criança e ao adolescente que afetarão seu caráter na formação, via de regra. Assim, na prática o Juiz denegará pedido de adoção a favor de casais homo afetivos, motivado pelo artigo 227 da CF - ameaça potencial "da dignidade" da criança ou adolescente, que tem seu desenvolvimento e maturação incompleto, e , se o Estado não protege-lo preventivamente, o dano a personalidade do infante ou do impúbere poderá ser irreversível. Evidente que se pode alegar que, ao contrário, o caráter do menor será forjado na dificuldade o amadurecerá, mas a regra geral, ou seja, a maioria das criança e adolescentes se sentiram no mínimo diminuídos, e os danos no alvorecer da vida podem serão irreversíveis.
    Na prática o Juiz prioriza uma família substituta hetero afetiva, e afasta inclusive casais divorciados e separados, quiça homo afetivos.
    Mas sempre teremos as exceções ( ADPF 132 e da ADI 4277) como já citamos acima; e isso é ótimo, pois, gradualmente os paradigmas morais da sociedade são ressignificados, mas enquanto isso " o desejo e o interesse de muitos devem superar o desejo e interesse de poucos ou um só" sob pena de nos curvarmos a um Estado de Exceção. E exceção não pode ser a regra.

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    1. É quase como dizer que um casal pode dar seu filho para adoção se ele nascer com síndrome de down ou coisa parecida, porque o filho e os pais vão sofrer preconceito. Ou um casal de brancos não podem adotar uma criança negra, porque ela vai sofrer. Isso é uma inversão de valores.

      É condicionar um direito universal ao sabor de um preconceito. Uma sociedade democrática não pode aceitar o preconceito, muito menos ser guiada por ele. Se uma parte não esclarecida da sociedade é preconceituosa, e não entende a essência da democracia, então que essa parte seja punida, e não o direito restringido.

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  40. Thalya Ramos24 novembro, 2014

    Sou contra casais homossexuais adotar criancas ,mas penso que ja e demais,as criancas estao acostumadas em ter uma mae (mulher ),e pai(homem)como sera para uma crianca entender que seu pai e sua mae sao do mesmo sexo ,eu particulamente nao entenderia .Deus fez o homem para a mulher e assim que tem que ser,mas fazer o que?somente respeitar como respeito cada um sabe o que faz!

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  41. Sobre a homossexualidade

    Não há nada de errado com a homossexualidade. A homossexualidade é perfeitamente respeitável. A forma como ela vem sendo retratada, por várias tradições religiosas, como pecaminosa e prejudicial, origina-se da ignorância. Não há nada de errado em se sentir atraído por pessoas do mesmo sexo. Na verdade, a preferência pelo mesmo sexo ou pelo sexo oposto não é tão fixa e rigidamente dividida, como muitas pessoas pensam. Uma pessoa pode ser heterossexual e ser atraída por pessoas do seu próprio sexo. Existe uma escala móvel entre heterossexualidade e homossexualidade, e não uma fronteira fixa. A sexualidade está na alma, e não no corpo. Não é o corpo que direciona a sexualidade da pessoa.
    O ser humano é bissexual por natureza. Há muitas teorias espiritualistas que afirmam isso, inclusive alguns estudiosos da psicologia também afirmam que o ser humano possui os dois sexos dentro de si, ou seja, que ele é andrógino. Porém, o grau de masculinidade e de feminilidade no ser humano varia. Um homem, por exemplo, pode ter dentro de si (em sua alma) uma porcentagem feminina bem maior do que a masculina. Nesse caso, a tendência de ele vir a se interessar por homens tem uma probabilidade bem maior. Mesmo um homem que tenha uma porcentagem feminina pequena dentro de si pode vir a ser homossexual. Basta que surjam oportunidades, experiências, educação, etc. É por isso que se veem homens másculos, mas homossexuais, ou seja, porque dentro de todo ser humano existem as duas sexualidades, e cada uma delas pode se sobressair por algum motivo.
    Até mesmo no reino animal existe homossexualidade. Pesquisadores afirmam que o comportamento homossexual é bastante comum na natureza, e não é restrito a mamíferos; aves e insetos também o apresentam. E quem nunca viu um cão transando com outro cão? Alguém chamaria dois animais do mesmo sexo transando de imorais? Será que eles têm consciência da moral e dos bons costumes? Não. Faz parte da natureza. E quem criou essa natureza foi Deus. Ou alguém acha que os animais são conscientes dos seus atos?
    Deus não criou apenas seres heterossexuais, criou também homossexuais, bissexuais, assexuados, hermafroditas, etc. Tudo é natural, e nada está errado.
    As pessoas precisam ser respeitadas pelo que são, e não pelo que fazem da sua vida sexual. Há homossexuais que são pessoas maravilhosas, verdadeiros seres humanos, pessoas valiosas, que ajudam muitas pessoas com seu trabalho e solidariedade. Há heterossexuais que são assassinos, ladrões, estupradores, traficantes... e que se autodenominam "homens", “heteros”. O que é mais importante? Está aí uma prova de que preferência sexual não tem nada a ver com moral.
    É uma bobagem e perda de tempo combater a homossexualidade, porque é uma realidade da natureza que sempre existiu e que sempre existirá. Quem não tem um homossexual na família? Quem não tem, logo terá. E essa pessoa merece o desprezo, a rejeição, a crítica, a condenação?
    Os grandes mestres da humanidade, sabiamente, não se pronunciaram sobre a homossexualidade. Eles sabiam que Deus não está preocupado se a pessoa é homo, hetero ou bi. Assim como Ele não está preocupado se a pessoa é feia ou bonita, rica ou pobre, casada ou solteira, tem curso superior ou não, etc. O que interessa para Deus é o aprimoramento moral. É tornar-se bondoso, tolerante, paciente, calmo, alegre, solidário, honesto, justo, etc.
    Do ponto de vista espiritual, o que importa nos relacionamentos sexuais é como um se conecta com o outro de alma para alma. Sempre que existe uma conexão profunda, marcada por uma parceria verdadeira e respeito mútuo, o fato de o relacionamento ser entre homem-mulher, homem-homem ou mulher-mulher realmente não importa.

    Autores diversos

    Todos têm direito a ser felizes, independentemente de suas crenças ou opiniões. As pessoas confundem ‘incomum’ com ‘anormal’. Tudo é normal, embora nem tudo seja comum. Ser contra a união homossexual é andar na contramão da evolução humana e social.

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